
Em sua conta
no Twitter, o ator que fez sucesso como o malvado Nilo em Avenida Brasil, na
Globo, mostrou ser um homem livre de qualquer preconceito ao postar mensagens
defendendo os homossexuais: "Eu sou bi-sexual e daí? Posso escolher
quem eu beijo?", disse ele, acrescentando: "Eu me relaciono com pessoas, não com
rótulos: gay, homo, hétero, sexualidade, sexualismo, opção sexual, tô andando.
Se há amor ou tesão, foi.", declarou.
O ator, em seu desabafo, alfinetou até
religiões que pregam o amor ao próximo, mas não o exercem. "Acho o suprassumo da caretice dividir o
mundo entre gays e não gays. Ninguém me ensinou a amar assim. Aprendi a amar na
Igreja", disse. Abreu contou sobre um relacionamento
homossexual que teve, por 9 anos. "Em 1989 me apaixonei por uma bi.
Ficamos juntos e resolvemos "tentar". Durou 9 anos nossa relação. Seu
último namoro tinha sido uma mulher". Sem se importar com críticas, ele ainda
mandou um recado aos preconceituosos. "Sou artista, tenho compromisso apenas
com minha arte. Só a ela devo respeito. Às estruturas sociais, não devo". Ao jornal Extra, com quem falou com
exclusividade, o ator disse que vai sempre lutar pelas crianças e pelos
homossexuais. "Vou entrar sério nessa batalha
judicial. Agora, mataram e estupraram uma criança de dois anos. Está tudo
virando um absurdo", disse em tom de revolta, acrescentando que quer
ampliar a Lei Maria da Penha, que visa a agressão a mulheres.




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